Após quase dois meses, sem-teto vão deixar prédio particular em Taguatinga
Após acordo com o governo do Distrito Federal (DF), integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) que ocupam um prédio particular, desde 5 de janeiro, em Taguatinga devem deixar o local amanhã (2). O governo prometeu enviar à Câmara Legislativa um projeto de lei para reorganizar o cadastramento das famílias sem moradias no DF.
A Secretaria de Governo informou, por meio da assessoria, que algumas famílias já foram cadastradas. Segundo Sérgio Leonel, um dos representantes do MTST, as mais de 400 famílias estão preparando a saída do edifício. O integrante confirma o cumprimento do acordo por parte do governo distrital. " Realmente, algumas famílias já foram cadastradas e é provável que na próxima semana já recebam o benefício", disse.
O prédio foi invadido no dia 5 de janeiro, e o último acordo foi firmado no dia 20 de fevereiro. A juíza da 3° Vara de Taguatinga, Luciana Píres, determinou a saída no prazo de dez dias. O dono do prédio, Abdala Jarjour, criticou a demora na desocupação. No local, será construída uma faculdade.
Mulher é esfaqueada e morre em loja de shopping na Octogonal
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No início da tarde desta sexta-feira (1º), uma mulher de 25 anos foi assassinada em um shopping na Octogonal. A vítima, Fernanda Graziele, trabalhava em uma loja de artigos infantis, quando foi atacada pelo ex-marido.
De acordo com testemunhas, o homem utilizou uma faca para matar a mulher. A vítima encontrou o ex-namorado na porta da loja e, após não dar atenção ao suspeito, voltou a trabalhar. No entanto, o homem se escondeu no provador e, quando encontrou a garota, desferiu o golpe no pescoço.
Após ser golpeada, Fernanda teria corrido para fora da loja, mas caiu na entrada do shopping, onde morreu. O suspeito fugiu em seguida, mas foi detido por um segurança até a chegada da polícia.
Um dos acessos aos estacionamentos internos do shopping foi bloqueado. O Corpo de Bombeiros, SAMU, Polícia Civil e Polícia Militar foram acionados para prestar apoio.
O suspeito, Victor Medeiros Borges, foi levado para a 3ª Delegacia de Polícia do Cruzeiro. O casal tinha um filho de quatro anos e a reportagem do Clica Brasiliaobteve a informação de que a vítima teria feito duas denúncias contra o acusado antes do crime. De acordo com os investigadores, o homem afirmou não se lembrar do que houve. A arma do crime continua desaparecida.
Ainda segundo a Polícia, o suspeito portava uma quantidade pequena de maconha. Na passagem pela delegacia, ele disse que queria se matar e apresentava sinais de agitação. Victor deve ser condenado por homicídio qualificado e pode pegar uma pena de 12 a 20 anos de prisão.
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