Bateria teria explodido no HUB, segundo bombeiros. Hospital nega incidente
Bateria teria explodido no HUB, segundo bombeiros. Hospital nega incidente
Hospital alega que houve apenas o superaquecimento de um equipamento, sem explosões nem vazamentos
Publicação: 03/06/2013 16:21 Atualização: 03/06/2013 17:05
Uma bateria teria explodido na área de tratamento de câncer do Hospital Universitário de Brasília (HUB), após superaquecer. As informações são do Corpo de Bombeiros. O incidente ocorreu por volta das 14h30 desta segunda-feira (3/6) e teria provocado o vazamento de produtos tóxicos presentes das baterias, disse a comunicação da corporação.
Após os bombeiros controlarem o vazamento, que não colocou em risco nenhum paciente nem funcionário, o local foi liberado. Apenas uma perícia poderá identificar o motivo do superaquecimento dos equipamentos.
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O HUB nega que tenha ocorrido uma explosão. A instituição afirma que houve o superaquecimento de um no-break, aparelho usado para alimentar os equipamentos em caso de queda de energia, e devido ao forte cheiro que tomou conta do local, a administração achou melhor esvaziar o prédio até os bombeiros liberarem a estrutura. O hospital também nega que tenha ocorrido qualquer tipo de vazamento.
Pacientes removidos
O servidor público Fernando Lima, que acompanhava o pai em uma sessão de quimioterapia conta que não houve tumulto, já que os tratamentos têm hora marcada e não havia muitas pessoas na unidade: "Estávamos no segundo andar, e a chefe do setor anunciou que os pacientes seriam removidos para outro prédio".
Ele explica que, como muitos dos pacientes têm comprometimentos imunológicos, não era possível aguardar a liberação do prédio no estacionamento. "Esperamos cerca de uma hora e meia em uma sala de outro prédio, até que os bombeiros dissessam que não havia mais risco de vazamento radiológico.
Após os bombeiros controlarem o vazamento, que não colocou em risco nenhum paciente nem funcionário, o local foi liberado. Apenas uma perícia poderá identificar o motivo do superaquecimento dos equipamentos.
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O HUB nega que tenha ocorrido uma explosão. A instituição afirma que houve o superaquecimento de um no-break, aparelho usado para alimentar os equipamentos em caso de queda de energia, e devido ao forte cheiro que tomou conta do local, a administração achou melhor esvaziar o prédio até os bombeiros liberarem a estrutura. O hospital também nega que tenha ocorrido qualquer tipo de vazamento.
Pacientes removidos
O servidor público Fernando Lima, que acompanhava o pai em uma sessão de quimioterapia conta que não houve tumulto, já que os tratamentos têm hora marcada e não havia muitas pessoas na unidade: "Estávamos no segundo andar, e a chefe do setor anunciou que os pacientes seriam removidos para outro prédio".
Ele explica que, como muitos dos pacientes têm comprometimentos imunológicos, não era possível aguardar a liberação do prédio no estacionamento. "Esperamos cerca de uma hora e meia em uma sala de outro prédio, até que os bombeiros dissessam que não havia mais risco de vazamento radiológico.
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