Veja como será a cerimônia de abertura da Copa das Confederações
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Veja como será a cerimônia de abertura da Copa das Confederações
Publicação:
13/06/2013 01:00
Segredo guardado a sete chaves, a coreografia do show de abertura da Copa das Confederações, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, no próximo sábado, foi descoberta com exclusividade pelo Correio. Os cerca de três mil voluntários que participarão da apresentação orquestrada pelo carnavalesco Paulo Barros vão mostrar um pouquinho da história brasileira e dos países integrantes do torneio, com direito a exibições de danças típicas de cada nação e uma gigantesca partida de futebol “vivo”.
Durante os ensaios, os voluntários foram divididos em quatro segmentos. No primeiro ato, os dançarinos farão uma saudação ao público por meio de um grande painel humano. Eles vestirão fantasias de bolas de futebol que formarão palavras escritas em português e inglês, como “Brasil – Brazil” e “sonho – dream”, intercaladas por estrelas. O segundo será uma homenagem aos povos que participaram da colonização brasileira, com a representação de portugueses, africanos e indígenas, e levará a campo um mapa gigante do Brasil, com destaque para o litoral do país, que terá formação de ondas do mar e uma comitiva só de baianas.
O terceiro ato será formado pela tradicional apresentação das bandeiras, com entrada de voluntários a caráter, simbolizando Itália, Nigéria, Taiti, Espanha, Uruguai, Japão, México e Brasil. Danças típicas de cada país foram ensaiadas para este momento, com destaque para o kuduru – que é angolano, mas vai ser recriado pelos representantes da Nigéria. O último momento do show promete relembrar um pouquinho da história brasileira nos gramados, com a representação de uma partida de futebol, na qual os próprios voluntários formarão o campo, com fantasias de grama, bolas e traves – o “jogo” será movimentado por meio de bonecos sustentados por dançarinos. O grande final ficará por conta de outro mosaico gigantesco formado por bolas de futebol, com os dizeres “Brasil 2013”.
Além dos voluntários, haverá a presença de acrobatas, artistas circenses e militares do Exército Brasileiro. O grupo está ensaiando há mais de um mês, duas vezes por semana. As canções foram criadas especialmente para a ocasião e envolvem vários ritmos, que conseguem contemplar todas as nações em algum momento — é claro que, no caso do Brasil, não poderia faltar o samba.
Durante os ensaios, os voluntários foram divididos em quatro segmentos. No primeiro ato, os dançarinos farão uma saudação ao público por meio de um grande painel humano. Eles vestirão fantasias de bolas de futebol que formarão palavras escritas em português e inglês, como “Brasil – Brazil” e “sonho – dream”, intercaladas por estrelas. O segundo será uma homenagem aos povos que participaram da colonização brasileira, com a representação de portugueses, africanos e indígenas, e levará a campo um mapa gigante do Brasil, com destaque para o litoral do país, que terá formação de ondas do mar e uma comitiva só de baianas.
O terceiro ato será formado pela tradicional apresentação das bandeiras, com entrada de voluntários a caráter, simbolizando Itália, Nigéria, Taiti, Espanha, Uruguai, Japão, México e Brasil. Danças típicas de cada país foram ensaiadas para este momento, com destaque para o kuduru – que é angolano, mas vai ser recriado pelos representantes da Nigéria. O último momento do show promete relembrar um pouquinho da história brasileira nos gramados, com a representação de uma partida de futebol, na qual os próprios voluntários formarão o campo, com fantasias de grama, bolas e traves – o “jogo” será movimentado por meio de bonecos sustentados por dançarinos. O grande final ficará por conta de outro mosaico gigantesco formado por bolas de futebol, com os dizeres “Brasil 2013”.
Além dos voluntários, haverá a presença de acrobatas, artistas circenses e militares do Exército Brasileiro. O grupo está ensaiando há mais de um mês, duas vezes por semana. As canções foram criadas especialmente para a ocasião e envolvem vários ritmos, que conseguem contemplar todas as nações em algum momento — é claro que, no caso do Brasil, não poderia faltar o samba.
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