Opinião de João Zisman: A política do DF, o prato de papa e o “saco cheio”
Diferentemente do clima quente que tem dominado os dias e noites dos cidadãos brasilienses, o ambiente político local anda refrigerado demais.
A exoneração de Paulo Roriz da secretaria do entorno, a condenação em
2ª. Instância do distrital Benedito Domingos e a nova sessão no plenário
da CLDF que definirá a cassação ou não do mandato do deputado Raad
Massouh, não chegaram até agora a nem mesmo, como se diz no nordeste, a
“quebrar a frieza” no diário político. ...
PPCUB e LUOS estão sendo aquecidos em “banho Maria”, bem longe da cozinha principal da Casa Grande. E quando tiverem prontinhos para serem servidos, vão ser degustados que nem papa fumegante: pelas beiradas. E o banquete será para poucos.
Nem o buchicho incansável dos corredores das repartições tem ajudado. Parece que foi instituído o “mês do saco cheio”, imitando o feriado semanal fora de época da estudantada do ensino médio.
Cadê o calor?
Os tempos de PCC indicam que presídio tranquilo é prenúncio de rebelião. Que esta cruel analogia se faça absurda, no entanto, o universo político não existe calmaria, nem sobrevive a baixas temperaturas. Que a quietude dos dias atuais seja apenas um “feriado” e não o triste prenúncio de uma “rebelião legal” promovida pelas Instituições policiais e da justiça.
PPCUB e LUOS estão sendo aquecidos em “banho Maria”, bem longe da cozinha principal da Casa Grande. E quando tiverem prontinhos para serem servidos, vão ser degustados que nem papa fumegante: pelas beiradas. E o banquete será para poucos.
Nem o buchicho incansável dos corredores das repartições tem ajudado. Parece que foi instituído o “mês do saco cheio”, imitando o feriado semanal fora de época da estudantada do ensino médio.
Cadê o calor?
Os tempos de PCC indicam que presídio tranquilo é prenúncio de rebelião. Que esta cruel analogia se faça absurda, no entanto, o universo político não existe calmaria, nem sobrevive a baixas temperaturas. Que a quietude dos dias atuais seja apenas um “feriado” e não o triste prenúncio de uma “rebelião legal” promovida pelas Instituições policiais e da justiça.
Fonte: João Zisman - Guardian Notícias - 29/10/2013
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