escolas públicas recebem o maior calote da história
Secretário afirmou que se a Copa das Confederações não tivesse sido concluída em 2013 em razão dos protestos, realização do Mundial em terras brasileiras estaria ameaçada
As manifestações populares de junho quase tiraram a Copa do Mundo do Brasil, admitiu o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, na Costa do Sauipe. O dirigente reconheceu que os protestos assustaram a entidade e colocaram em dúvida a realização da Copa das Confederações até o fim.
"Tecnicamente falando, se a Copa das Confederações não fosse organizada até o final, poderia não haver Copa do Mundo no Brasil em 2014", admitiu Valcke, em entrevista à ESPN. Durante a disputa do torneio, em junho, tanto o presidente Joseph Blatter quanto o próprio Valcke haviam descartado qualquer possibilidade de vetar o Mundial em razão dos protestos.
O secretário-geral revelou também que houve uma reunião de crise da Fifa com o governo na manhã do dia 21, logo após o auge das manifestações pelo Brasil, para avaliar a segurança da Copa das Confederações - o torneio foi disputado entre os dias 15 e 30 de junho em seis capitais.
"Na noite do dia 20 de junho, as coisas atingiram o auge. Eu me lembro de estar vendo pela televisão e estar em contato com Luis Fernandes (secretário executivo do Ministério do Esporte) e pessoas da segurança até quatro horas da manhã. Não foi a noite mais fácil para nós. Pela manhã, fizemos uma reunião de crise para falar sobre a situação no Brasil e como nós poderíamos lidar com ela", contou Valcke.
Naquela reunião, Fifa, o governo e o COL decidiram manter o prosseguimento da Copa das Confederações. "Houve uma decisão tomada entre o governo, o Comitê Organizador Local e a Fifa, com todas as instituições de segurança, para dizer 'não, nós vamos organizar o torneio até a final'", disse.
"Ninguém poderia esperar tamanho nível de manifestações. Nossa maior preocupação era garantir o mais alto nível de segurança. Não para proteger a Fifa. Para proteger jogadores, torcedores, imprensa, e ter certeza de que o show iria continuar. Seria a pior coisa se tivéssemos de tomar a decisão de adiar a Copa das Confederações. Seria o pior para o Brasil, não só para a Fifa", afirmou.
E, ao ser questionado sobre as consequências de um eventual cancelamento da Copa das Confederações, Valcke admitiu que a interrupção do torneio ameaçaria a realização do Mundial. "Sim, tecnicamente, sim", respondeu, confirmando o risco de transferência da Copa para outro país.
Centenas de mulheres fazem filas para serem atendidas por ginecologista
Manoel Rico, 24 anos venceu o concurso de modelos "Rey de Belleza 2010", no ChileO ex-modelo e atual ginecologista, o espanhol Manoel Rico, 24 anos, tem arrancado suspiros das pacientes do hospital em que trabalha no Chile. "Centenas de mulheres fazem fila, como se fosse um show ou qualquer outra coisa, apenas para ser atendidos por Rico", comparou um site chileno.
Vencedor do concurso "Rey de Belleza 2010", o rapaz se formou em medicina e agora trabalha no Hospital Región de Concepción, no entanto, garante que não quer mais ser modelo e se dedicar apenas à carreira de médico.
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Nas redes sociais, as mulheres postam fotos de Rico com comentários como: "Senhoritas... conheçam Manuel Rico. Ele tem 24 anos, modelo e, oh, ele é um ginecologista. É uma história verídica", disse @LifeisSavage.
Precauções contra violência mudam hábitos de moradores do Plano Piloto
O assalto que terminou com a morte de bandido na Asa Norte levanta a questão: no Plano Piloto, é preciso ter tanta atenção quanto em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. A Asa Sul também não escapa dos crimes recorrentes
Parar na vaga mais próxima deixou de ser a única preocupação de quem estaciona o carro em Brasília. Encontrar um local movimentado e com boa iluminação é pré-requisito. Procurar por pessoas suspeitas antes de retornar ao veículo, esconder os pertences de valor e evitar andar sozinho tornaram-se hábitos obrigatórios para quem sai de casa.
O Correio mostrou, na edição de ontem, que, de janeiro a outubro de 2013, houve 484 roubos a pedestres e 34 a comércio somente na Asa Norte, onde, na noite de terça-feira, um assaltante tentou render um policial civil no estacionamento da 309 Norte e acabou morto a tiros. Nas lojas do bairro, os furtos também são comuns: foram 224 no mesmo período. Pesquisa da Secretaria Nacional da Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) realizada nas capitais e divulgada ontem revela que 9,3% dos entrevistados do DF foram vítimas de furto de carro, caminhão ou caminhonete. O índice é considerado alto e fica atrás apenas de São Paulo (10,7%) e Rio de Janeiro (11,3%).
Nos 12 meses anteriores à entrevista, 3,1% dos moradores da capital haviam sido alvo de roubo de moto, motocicleta ou lambreta — a taxa mais alta do país. Além disso, o percentual de vítimas de qualquer tipo de roubo no DF (9,07%) é muito próximo ao da capital paulista (9,31%) e de Alagoas (10,46%). A confiança na Polícia Civil está expressa na quantidade de pessoas roubadas que registraram queixa na polícia (54,30%). Na Paraíba, cuja taxa é a menor do país, esse índice cai para 18,4%.
Se a sensação de insegurança e de ausência do poder público ficou mais evidente após o assalto de terça-feira na 309 Norte, na vizinha Asa Sul, várias ocorrências têm mostrado como a população está refém dos bandidos. Ontem, na Quadra 513, uma lotérica foi assaltada no fim da tarde.
Violência na Estrutural assusta moradores com a omissão do Estado

Violência brutal na comunidade Estrutural de um adolescente de 15 anos que morreu com 4 tiros em uma via pública pela manhã desse sábado na quadra 4 do Setor Leste. O assassino que fez os disparos até o momento não foi encontrado. A polícia vai apurar os fatos depois que ouvi moradores e depois que concluir a perícia.
Os moradores do Setor vivem assustados com as violências constantes e pede que o Estado venha dar mais oportunidades aos jovens que estão refém do crime com educação, trabalho e a assistência social.
Todos esperam que o Conselho de Segurança da cidade que foi eleito por todos venha fazer mais reuniões como era antes para cobrar mais das autoridades que estão omissa com a prestação de serviço público.
Fonte: Rodrigo da Estrutural.
APRESENTAÇÃO OFICIAL DO JORNAL DA ESTRUTURAL DF DIA 19/12/2013
NÃO PERCAM !

escolas públicas recebem o maior calote da história

O GDF divulgou uma meia verdade, quando disse que remanejou

escolas públicas recebem o maior calote da história
O GDF divulgou uma meia verdade, quando disse que remanejou
35 milhões da Educação, para pagar o plano de saúde dos policiais militares e de seus dependentes.
Na tarde de quarta-feira (3), foi aprovado na Câmara Legislativa um Projeto de Lei, de autoria do GDF, remanejando 35 milhões, que supostamente, seriam da Secretaria de Educação, para pagamento do plano de saúde da Policia Militar. Na justificativa o GDF informou que o dinheiro era da Educação. ...
A Educação então, foi obrigada a devolver o dinheiro. Faltou ao GDF informar que originariamente, o dinheiro não pertencia à educação, pertencia sim, aos policiais militares e seus dependentes.
O fato foi tema de um protesto do sindicalista e diretor do Sinpro, Washington Dourado, postado em seu blog. (Leia aqui a nota de Washington Dourado).
Entendemos a indignação do colega blogueiro, mas a verdade é outra, e bem diferente. É bom salientar que em seu artigo, Dourado faz uma denuncia séria, que merece ser apurada.
Diz ele que, "para quem não sabe, a Educação está em “crise”. O que se ouve é que falta uns 280 milhões para a pasta fechar este ano". Para finalizar, afirma em seu blog que, "Enquanto isso as escolas públicas recebem o maior calote da história com o não pagamento do PDAF".
Tenho que concordar com Washington Dourado. É crise atrás de crise. Uma vergonha!
Fonte: Edson Sombra / Redação, com informações do Blog do Washington Dourado - 05/12/2013
Por equiparação salarial, enfermeiros do DF fecham Eixo Monumental

Ato em frente ao Buriti pede reajuste e isonomia salarial com odontólogos. Apenas UTI's, emergências e centros cirúrgicos têm atendimento.
Enfermeiros da Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizam desde as 9h desta quinta (5) um protesto em frente ao Palácio do Buriti por isonomia salarial com odontólogos. Cerca de 400 pessoas, segundo a Polícia Militar, fazem bloqueios temporários nas seis faixas da via N1 do Eixo Monumental. ...
De acordo com a organização do ato, os bloqueios de dois minutos devem durar até o início da tarde. O protesto causa congestionamento na área central de Brasília e afeta o atendimento em todos os hospitais, centros e postos de saúde do DF. Apenas UTI's, emergências e centros cirúrgicos têm atendimento.
Atualmente, a rede pública de saúde do DF tem cerca de 4 mil enfermeiros. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Saúde, que informou que a paralisação não prejudica o atendimento na rede pública nesta quinta. Apesar disso, pacientes tiveram que voltar para casa por falta de atendimento.
O enfermeiro Luis Carlos Tocantins, que coordena um grupo da categoria nas mídias sociais, afirmou que os enfermeiros foram os únicos profissionais de saúde que não foram recebidos pelo governo do DF. "Estamos sendo tratados como dispensáveis na saúde. Médicos, dentistas e especialistas tiveram aumentos. Nós sequer fomos recebidos pelo governador", disse.
Protesto de enfermeiros complica trânsito no Eixo Monumental, em Brasília (Foto: Lucas Salomão/G1)
A Secretaria de Saúde informou que há negociações com a categoria. Segundo a pasta, a pauta proposta é negociada entre a Secretaria de Planejamento do DF e o sindicato da categoria.
Ainda de acordo com a organização, há previsão de uma assembleia ainda nesta tarde para votar indicativo de greve da categoria.
Fonte: G1-DF - 05/12/2013
Projeto de Lei pode prejudicar e fechar as portas de mais de
10 mil templos evangélicos

A pressa em votar o Projeto de Lei que trata da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) foi alvo de críticas, nesta quarta-feira, 4, por parte das lideranças evangélicas que ocuparam o auditório da Câmara Legislativa para tratar o assunto.
A principal queixa das lideranças evangélicas é a falta de clareza do governo em definir as diretrizes em relação aos templos religiosos.
De acordo com o projeto apresentado pelo Executivo, se for aprovado, cerca de10 mil templos evangélicos que estão em áreas comerciais e residências do DF, serão prejudicados. Isso porque, na Luos as igrejas estão em uma área própria para ocupação comercial. ...
O debate contou com a presença do presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure (PT), além dos deputados, Agaciel Maia (PTC), Eliana Pedrosa (PPS) e Cristiano Araújo (PTB).
O pastor Valteni Souza defende que a Luos passe por mais estudos e enquanto isso não ocorre, o projeto deve ter a sua tramitação paralisada. “O governo teria que consultar a comunidade antes de ter elaborado esse projeto, o que não ocorreu.” Valteni completa. ”A Luos foi feita sem nenhuma consulta prévia, e o que está contido na proposta, não tem agradado o posicionamento das lideranças evangélicas,” frisou.
Explicações - Wasny de Roure afirmou que cada caso deve ser analisado de forma isolada. O parlamentar falou do caso de uma área comercial que tem cerca de 10 mil metros quadrados localizada na quadra 14 de Sobradinho. Para o distrital essa área onde fica a igreja deve ser estuda minuciosamente antes de qualquer órgão do poder público tomar uma decisão.
Sem mapeamento - Outra questão levantada na reunião, e que tomou conta do discurso dos parlamentares, é que não existe nenhum mapeamento dessas igrejas, por isso, fica complicado tomar qualquer decisão, pois não se sabe, quantas igrejas possuem templos próprios, quantas, são alugueis, quantas estão em áreas públicas ou privadas.
Sobre esse assunto, a deputada Eliana Pedrosa propôs as lideranças evangélicas que façam um mapeamento próprio para que possa ser apresentada uma proposta aos órgãos competentes. “Tem que saber quantas dessas igrejas estão em áreas públicas e privadas, quem é proprietário e quem paga aluguel” destacou a parlamentar.
O presidente da CAF, deputado Cristiano Araújo (PTB), informou aos representantes das igrejas que segunda, terça e quarta-feira próximas uma equipe de técnicos da Secretaria de Habitação (Sedhab) estará em tempo integral na Câmara Legislativa para discutir as alterações que poderão ser feitas à LUOS por meio de emendas.
Na reunião, vários pastores reclamaram de perseguição ao segmento religioso, e alguns propuseram que o prazo para a votação da LUOS fosse adiado. O pastor Vagner Leão, da Unip, afirmou que as igrejas evangélicas estão sempre crescendo e necessitando ocupar novos espaços residenciais e comerciais. Para ele, essa perspectiva de expansão também deve ser contemplada pela LUOS.
Conclamação
O pastor que se sentir prejudicado com o projeto da LUOS apresentado, pode procurar o Pastor Valteni Souza, a fim, de unir forças, e reivindicar as alterações na proposta apresentado.
Para mais informações é só ligar no 9983-6633 e falar com Pastor Valteni.
Fonte: Jean Marcio Soares - Guardian Notícias - 05/12/2013
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Na tarde de quarta-feira (3), foi aprovado na Câmara Legislativa um Projeto de Lei, de autoria do GDF, remanejando 35 milhões, que supostamente, seriam da Secretaria de Educação, para pagamento do plano de saúde da Policia Militar. Na justificativa o GDF informou que o dinheiro era da Educação. ...
A Educação então, foi obrigada a devolver o dinheiro. Faltou ao GDF informar que originariamente, o dinheiro não pertencia à educação, pertencia sim, aos policiais militares e seus dependentes.
O fato foi tema de um protesto do sindicalista e diretor do Sinpro, Washington Dourado, postado em seu blog. (Leia aqui a nota de Washington Dourado).
Entendemos a indignação do colega blogueiro, mas a verdade é outra, e bem diferente. É bom salientar que em seu artigo, Dourado faz uma denuncia séria, que merece ser apurada.
Diz ele que, "para quem não sabe, a Educação está em “crise”. O que se ouve é que falta uns 280 milhões para a pasta fechar este ano". Para finalizar, afirma em seu blog que, "Enquanto isso as escolas públicas recebem o maior calote da história com o não pagamento do PDAF".
Tenho que concordar com Washington Dourado. É crise atrás de crise. Uma vergonha!
Fonte: Edson Sombra / Redação, com informações do Blog do Washington Dourado - 05/12/2013
Por equiparação salarial, enfermeiros do DF fecham Eixo Monumental
Ato em frente ao Buriti pede reajuste e isonomia salarial com odontólogos. Apenas UTI's, emergências e centros cirúrgicos têm atendimento.
Enfermeiros da Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizam desde as 9h desta quinta (5) um protesto em frente ao Palácio do Buriti por isonomia salarial com odontólogos. Cerca de 400 pessoas, segundo a Polícia Militar, fazem bloqueios temporários nas seis faixas da via N1 do Eixo Monumental. ...
De acordo com a organização do ato, os bloqueios de dois minutos devem durar até o início da tarde. O protesto causa congestionamento na área central de Brasília e afeta o atendimento em todos os hospitais, centros e postos de saúde do DF. Apenas UTI's, emergências e centros cirúrgicos têm atendimento.
Atualmente, a rede pública de saúde do DF tem cerca de 4 mil enfermeiros. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Saúde, que informou que a paralisação não prejudica o atendimento na rede pública nesta quinta. Apesar disso, pacientes tiveram que voltar para casa por falta de atendimento.
O enfermeiro Luis Carlos Tocantins, que coordena um grupo da categoria nas mídias sociais, afirmou que os enfermeiros foram os únicos profissionais de saúde que não foram recebidos pelo governo do DF. "Estamos sendo tratados como dispensáveis na saúde. Médicos, dentistas e especialistas tiveram aumentos. Nós sequer fomos recebidos pelo governador", disse.
Protesto de enfermeiros complica trânsito no Eixo Monumental, em Brasília (Foto: Lucas Salomão/G1)
A Secretaria de Saúde informou que há negociações com a categoria. Segundo a pasta, a pauta proposta é negociada entre a Secretaria de Planejamento do DF e o sindicato da categoria.
Ainda de acordo com a organização, há previsão de uma assembleia ainda nesta tarde para votar indicativo de greve da categoria.
Fonte: G1-DF - 05/12/2013
Projeto de Lei pode prejudicar e fechar as portas de mais de
10 mil templos evangélicos
A pressa em votar o Projeto de Lei que trata da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) foi alvo de críticas, nesta quarta-feira, 4, por parte das lideranças evangélicas que ocuparam o auditório da Câmara Legislativa para tratar o assunto.
A principal queixa das lideranças evangélicas é a falta de clareza do governo em definir as diretrizes em relação aos templos religiosos.
De acordo com o projeto apresentado pelo Executivo, se for aprovado, cerca de10 mil templos evangélicos que estão em áreas comerciais e residências do DF, serão prejudicados. Isso porque, na Luos as igrejas estão em uma área própria para ocupação comercial. ...
O debate contou com a presença do presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure (PT), além dos deputados, Agaciel Maia (PTC), Eliana Pedrosa (PPS) e Cristiano Araújo (PTB).
O pastor Valteni Souza defende que a Luos passe por mais estudos e enquanto isso não ocorre, o projeto deve ter a sua tramitação paralisada. “O governo teria que consultar a comunidade antes de ter elaborado esse projeto, o que não ocorreu.” Valteni completa. ”A Luos foi feita sem nenhuma consulta prévia, e o que está contido na proposta, não tem agradado o posicionamento das lideranças evangélicas,” frisou.
Explicações - Wasny de Roure afirmou que cada caso deve ser analisado de forma isolada. O parlamentar falou do caso de uma área comercial que tem cerca de 10 mil metros quadrados localizada na quadra 14 de Sobradinho. Para o distrital essa área onde fica a igreja deve ser estuda minuciosamente antes de qualquer órgão do poder público tomar uma decisão.
Sem mapeamento - Outra questão levantada na reunião, e que tomou conta do discurso dos parlamentares, é que não existe nenhum mapeamento dessas igrejas, por isso, fica complicado tomar qualquer decisão, pois não se sabe, quantas igrejas possuem templos próprios, quantas, são alugueis, quantas estão em áreas públicas ou privadas.
Sobre esse assunto, a deputada Eliana Pedrosa propôs as lideranças evangélicas que façam um mapeamento próprio para que possa ser apresentada uma proposta aos órgãos competentes. “Tem que saber quantas dessas igrejas estão em áreas públicas e privadas, quem é proprietário e quem paga aluguel” destacou a parlamentar.
O presidente da CAF, deputado Cristiano Araújo (PTB), informou aos representantes das igrejas que segunda, terça e quarta-feira próximas uma equipe de técnicos da Secretaria de Habitação (Sedhab) estará em tempo integral na Câmara Legislativa para discutir as alterações que poderão ser feitas à LUOS por meio de emendas.
Na reunião, vários pastores reclamaram de perseguição ao segmento religioso, e alguns propuseram que o prazo para a votação da LUOS fosse adiado. O pastor Vagner Leão, da Unip, afirmou que as igrejas evangélicas estão sempre crescendo e necessitando ocupar novos espaços residenciais e comerciais. Para ele, essa perspectiva de expansão também deve ser contemplada pela LUOS.
Conclamação
O pastor que se sentir prejudicado com o projeto da LUOS apresentado, pode procurar o Pastor Valteni Souza, a fim, de unir forças, e reivindicar as alterações na proposta apresentado.
Para mais informações é só ligar no 9983-6633 e falar com Pastor Valteni.
Fonte: Jean Marcio Soares - Guardian Notícias - 05/12/2013
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