PF faz novas prisões e buscas na Operação Lava Jato
Mandados foram cumpridos em São Paulo e no Rio.
Operação investiga esquema de lavagem de dinheiro.
Operação investiga esquema de lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira (11) 21 mandados de prisão e busca de documentos pela Operação Lava Jato, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro de R$ 10 bilhões. Foram cumpridos 2 mandados de prisão temporária, 4 de condução coercitiva (quando o suspeito é levado a depor), e 15 de busca e apreensão de documentos na cidade de São Paulo, Campinas (SP), na cidade do Rio de Janeiro e em Macaé e Niterói (RJ).
A operação Lava Jato foi deflagrada no dia 17 de março, em Curitiba e outras 16 cidades do Paraná, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso. As investigações apontam que o grupo envolve personagens do mercado clandestino de câmbio no Brasil e é responsável pela movimentação financeira e lavagem de ativos de diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas com vários crimes. Entre eles estão tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração, contrabando de pedras preciosas e desvios de recursos públicos.
A operação Lava Jato foi deflagrada no dia 17 de março, em Curitiba e outras 16 cidades do Paraná, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso. As investigações apontam que o grupo envolve personagens do mercado clandestino de câmbio no Brasil e é responsável pela movimentação financeira e lavagem de ativos de diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas com vários crimes. Entre eles estão tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração, contrabando de pedras preciosas e desvios de recursos públicos.
Segundo os policiais, um dos grupos fazia uso de uma rede de lavanderias e postos de combustíveis para movimentar os valores oriundos de práticas criminosas.
Ainda segundo a PF, o esquema contava com quatro doleiros com "ampla" atuação no país. Um desses doleiros, que foi preso na operação no mês passado, é Alberto Youssef. Nas últimas semanas, vieram a público denúncias de ligação entre Youssef e o deputado André Vargas (PT-PR).
Segundo reportagem da revista "Veja", as investigações da polícia revelam que Vargas atuou com Youssef para conseguir um contrato de uma empresa de fachada com o Ministério da Saúde. O deputado, que responde a processo de cassação no Conselho de Ética na Câmara, nega as irregularidades.
Segundo reportagem da revista "Veja", as investigações da polícia revelam que Vargas atuou com Youssef para conseguir um contrato de uma empresa de fachada com o Ministério da Saúde. O deputado, que responde a processo de cassação no Conselho de Ética na Câmara, nega as irregularidades.
Além disso, Vargas admitiu que, em janeiro, viajou e, jatinho emprestado por Youssef. O deputado diz que não sabia das ações ilícitas do doleiro e que o conhecia há mais de 20 anos, da cidade de Londrina.
Fonte: G1 - públicado em 11/04/2014
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