Protesto após enterro de dançarino fecha vias e comércio de Copacabana
Via estava parcialmente fechada às 16h30; bombas foram lançadas.
Grupo protesta contra morte de DG na comunidade Pavão-Pavãozinho.
A passeata que começou no fim do enterro do dançarino Douglas Rafael Pereira, o DG, do programa "Esquenta!", da TV Globo, teve um princípio de confusão em Copacabana, por volta das 16h30 desta quinta-feira (24). Um menor foi detido e encaminhado para 13ª DP (Copacabana). Bombas foram lançadas na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, uma das principais do bairro, que ficou interditada por volta das 16h20. A via foi aberta às 17h. Manifestantes teriam jogado pedras em PMs e ordenado o fechamento do comércio, segundo informações da Globo News.
Segundo a assessoria do Batalhão de Choque da Polícia Militar, militares da unidade estavam no Pavão-Pavãozinho para reforçar o policiamento na manifestação por volta das 17h. O Centro de Operações da Prefeitura informou que por volta da 17h30, o Túnel Sá Freire Alvim e a Rua Barata Ribeiro foram interditados. O trânsito foi desviado para a Rua Miguel Lemos, em Copacabana. Às 17h40 as vias já haviam sido liberadas.
Segundo a assessoria do Batalhão de Choque da Polícia Militar, militares da unidade estavam no Pavão-Pavãozinho para reforçar o policiamento na manifestação por volta das 17h. O Centro de Operações da Prefeitura informou que por volta da 17h30, o Túnel Sá Freire Alvim e a Rua Barata Ribeiro foram interditados. O trânsito foi desviado para a Rua Miguel Lemos, em Copacabana. Às 17h40 as vias já haviam sido liberadas.
O clima ficou muito tenso no local, onde na terça-feira (22) outro protesto teve quebra-quebra e a morte de um homem. A Polícia Civil solicitou a presença de um veículo blindado no local.
Antes do enterro, um grupo formado por mais de cem pessoas, liderado por dezenas de motociclistas, chegou à frente do Cemitério São João Batista, em Botafogo, Zona Sul do Rio, para homenagear o dançarino e protestar contra a política de pacificação no Rio. O velório do dançarino começou na quarta-feira (23).
Antes do enterro, um grupo formado por mais de cem pessoas, liderado por dezenas de motociclistas, chegou à frente do Cemitério São João Batista, em Botafogo, Zona Sul do Rio, para homenagear o dançarino e protestar contra a política de pacificação no Rio. O velório do dançarino começou na quarta-feira (23).
Regina Casé
A apresentadora do programa "Esquenta!", Regina Casé, chegou para o enterro do dançarino às 14h50 desta quinta-feira. Regina entrou em meio a um tumulto e disse que falaria com jornalistas na saída.
Uma chuva forte caiu por volta das 14h30, mas não esfriou os ânimos da manifestação. "Não vai ter Copa" foi o primeiro grito que se ouviu quando o grupo se aproximava da saída do Túnel Velho. Em seguida, as palavras de ordem exigiam o fim da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), que era chamada de "assassina". Os manifestantes foram aplaudidos por quem já estava no velório do dA mãe de DG, Maria de Fátima Silva, disse que não gostaria da presença de policiais no enterro de seu filho. "Eu não quero eles aqui. Aqui estão os amigos do meu filho, que vieram se despedir dele. Não tem bandido aqui. Eles não têm que estar aqui", dizia ela ao perceber a intensa movimentação policial que se formou após a chegada do grupo que saiu a pé da comunidade Pavão-Pavãozinho para protestar. Durante toda a manhã não havia policiamento nos arredores do cemitério.
A apresentadora do programa "Esquenta!", Regina Casé, chegou para o enterro do dançarino às 14h50 desta quinta-feira. Regina entrou em meio a um tumulto e disse que falaria com jornalistas na saída.
Uma chuva forte caiu por volta das 14h30, mas não esfriou os ânimos da manifestação. "Não vai ter Copa" foi o primeiro grito que se ouviu quando o grupo se aproximava da saída do Túnel Velho. Em seguida, as palavras de ordem exigiam o fim da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), que era chamada de "assassina". Os manifestantes foram aplaudidos por quem já estava no velório do dA mãe de DG, Maria de Fátima Silva, disse que não gostaria da presença de policiais no enterro de seu filho. "Eu não quero eles aqui. Aqui estão os amigos do meu filho, que vieram se despedir dele. Não tem bandido aqui. Eles não têm que estar aqui", dizia ela ao perceber a intensa movimentação policial que se formou após a chegada do grupo que saiu a pé da comunidade Pavão-Pavãozinho para protestar. Durante toda a manhã não havia policiamento nos arredores do cemitério.
Reforço
O policiamento continuava reforçado na manhã desta quinta-feira, nas proximidades do Morro Pavão-Pavãozinho, após o protesto violento da terça (22), quando foi achado o corpo do dançarino G1
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