Eleições: PT descarta alianças, mas base corre para Frejat
Apesar do posicionamento do diretório regional, a deputada distrital Eliana Pedrosa (PPS), que concorreu para deputada federal, mas ficou em 11º lugar, com 55,3 mil votos, apoia Jofran Frejat (PR), adversário de Rollemberg na disputa pelo Palácio do Buriti
PTdoB, PEN e PHS faziam parte da base aliada e da campanha de reeleição do governador Agnelo Queiroz (PT), que ficou em terceiro lugar na disputa. "O governador Agnelo liberou os partidos da base para fazerem alianças no domingo. Na segunda, fomos contatados pela equipe do Frejat. Nunca recebemos contatos do Rollemberg", diz Lucas Kontoyanis, do PHS.
Deputado federal e presidente do PEN no DF, Alírio Neto diz que chegou a comparar os programas de campanha. "Fiz minha carreira política no enfrentamento às drogas, e o programa do Rodrigo [Rollemberg] não tem clareza neste aspecto. Além disso, o único candidato que nos procurou foi o Jofran", afirma.
Paco Britto, do PTdoB, também disse que o partido dele não foi procurado pelo PSB. "Não entramos em contato com eles, e nem eles nos procuraram. Eles já tinham dito que não iam procurar, né? Avaliamos internamente, e 100% da Executiva do partido deu apoio ao Frejat, pelo projeto de Brasília que a candidatura representa", diz.
PPS apoia Rollemberg
O PPS, partido da base do ex-candidato ao governo Luiz Pitiman (PSDB), vai declarar apoio a Rodrigo Rollemberg (PSB) nesta sexta-feira (10/10). De acordo com o presidente da comissão executiva provisória da legenda no DF, Chico Andrade, a adesão se deu porque o partido acredita que o socialista representa a mudança necessária para Brasília. "Convidamos Rollemberg para anunciarmos o apoio à candidatura do PSB e ele aceitou", declarou Andrade.
Apesar do posicionamento do diretório regional, a deputada distrital Eliana Pedrosa (PPS), que concorreu para deputada federal, mas ficou em 11º lugar, com 55,3 mil votos, apoia Jofran Frejat (PR), adversário de Rollemberg na disputa pelo Palácio do Buriti. Pedrosa foi secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda no governo Arruda e chegou a negociar o posto de vice do ex-governador, antes da impugnação que tirou o político das eleições. A candidata, no entanto, foi obrigada a abrir mão da chapa, dando lugar justamente a Jofran Frejat, que acabou como cabeça de chapa.
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