Celina Leão mete o bedelho na indicação do administrador da Estrutural.



Os elefantinhos de Rollemberg


Deputada distrital Celina Leão 
Governador chateia muita gente ao usar QI de aliados na escolha dos administradores regionais
A escolha do secretariado do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) chateou muita gente. Mas a nomeação dos novos administradores regionais das cidades do DF chateou muito mais. Como na inocente musiquinha infantil que fala do elefante, a cada vez que o chefe do Executivo decide enxugar a máquina pública – reduziu as Secretarias de 39 para 25 e as Regiões Administrativas de 31 para 25, cortando mais de 1.300 cargos comissionados – o meio político se agita com a diminuição do número de cabides de emprego para pendurar cabos eleitorais.
Gente como os deputados distritais Dr. Michel (PP), Rodrigo Delmasso (PTN), Agaciel Maia (PTC), Rafael Prudente (PMDB), Weligton Luiz (PMDB) e Reginaldo Veras (PDT) não teve acatadas suas indicações. Mesmo descontente, porém, o grupo evita manifestar seus sentimentos publicamente. Mas prepara a estratégia para encurralar o Palácio do Buriti na volta dos trabalhos legislativos, em fevereiro.
A ideia, trabalhada em silêncio, é formar blocos e se unir aos cinco petistas e ocupar posições importantes nas mais estratégicas Comissões temáticas da Casa, como as de Constituição e Justiça (CCJ), de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) e a de Assuntos Fundiários (CAF). “Quem tem com o que me pagar, nada me deve”, disse um desses parlamentares ao Brasília Capital, pedindo anonimato.
Mas os articuladores do GDF, pelo menos por enquanto, não parecem muito preocupados. A orientação é trabalhar para ter maioria na Câmara, não unanimidade, como tentou o antecessor Agnelo Queiroz (PT). Ao tempo em que desagrada uma parte da bancada, o governador fideliza o apoio de gente acostumada a sobreviver na oposição. A deputada Celina Leão (PDT), que azucrinou a gestão do petista durante quatro anos, não tem do que reclamar. Além de ficar com a presidência da Casa, emplacou aliados nas administrações de Santa Maria (Nery do Brasil), de Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way (Roosevelt Vilela) e da Estrutural (Evanildo Santos) fonte Brasilia capital 

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