COLONIA AGRÍCOLA 26 DE SETEMBRO UM PROBLEMA ESTRUTURAL .

                                                  A COLONIA AGRÍCOL 26 DE SETEMBRO    NASCEU JUNTO COM CIDADE ESTRUTRAL.                                                                                                 NOS ANOS NOVENTA ,NO   GOVERNO CRISTÓVÃO BUARQUE ,CERCA DE 300 FAMÍLIAS DE SEM TERRAS FORAM ASSENTADAS NA ÁREA ,E  LA SE VÃO QUASE VINTE ANOS ,O INSTITUTO CHICO MENDES ,IBAMA E MINISTÉRIO PUBLICO FIZERAM UM TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA ,FIRMADO ENTRE OS ASSENTADOS EM 2007 ,MAIS TUDO FICO NO PAPEL ,NA PRATICA O QUE ERAM 300 FAMÍLIAS EM 1995 , HOJE PASSAM DE 2000 ,E A SOLUÇÃO AGORA ESTA NAS MÃOS DO GDF ,O QUE E ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE , E O QUE PODERÁ SER ÁREA URBANA, PASSIVA DE REGULARIZAÇÃO ,O ATUAL GOVERNADOR ROLLEMBERG CONHECE BEM ESSA ÁREA, E  EM CAMPANHA ,O GOVERNADOR GARANTIU ESTUDAR A SITUAÇÃO DOS CHACAREIROS E DOS MORADORES POR PAULAODAESTRUTTURAL ,CONTINUE LENDO 

Cana do Reino: Documentos falsificados

Para os leitores do Jornal Conversa Informal essa operação na Colonia Agricola Cana do Reino não é nenhuma novidade, pois as primeiras investigações e denuncias sairam deste jornalista.
As suspeitas da falsificação dos documentos que induziram ao erro a juiza de São Paulo, que levaram as terras de Vicente Pires ao registro em cartorio em 2012 e deram ao espólio Dutra Vaz a posse da terra pública como se fosse particular para que fosse parcelado entre várias pessoas que nunca tiveram terras na área é muito maior do que a tacanha operação da Policia Federal.

Ate prove o contrário, não são apenas 7 os envolvidos nessa operação, existe muito mais gente envolvidas, existe associações de moradores das regiões envolvidas, políticos importantes do PT, gente da administração e muitos outros que são suspeitos de associarem na APRONURCAR, uma associaçãosuspeita de estar cheia de laranjas da Lucia Carvalho e outros importantes de Vicente Pires que daremos nomes nas proximas 24 horas.

Operação Perímetro: Terreno estava negociado

Área de R$ 380 milhões liberada após suposta fraude em documentação seria repassada a construtora paulista

Polícia Federal apurou que o terreno na Vicente Pires que teria sido liberado com base em documentos fraudulentos já teria sido negociado com uma grande construtora paulista com atuação no Distrito Federal. Esta semana, a PF ouvirá o último dos sete indiciados na

Operação Perímetro, antes de concluir o inquérito sobre o caso. Seis suspeitos de envolvimento com as supostas fraudes já prestaram depoimento.

Até o momento, a PF indiciou sete servidores públicos, entre funcionários da Secretaria de Patrimônio da União e da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), devido às supostas fraudes no processo de regularização fundiária do terreno. A Justiça ainda não autorizou a detenção de nenhum dos indiciados mas, caso apareçam novos indícios relativos à operação, a Polícia Federal poderá pedir novamente a prisão de suspeitos.

Os nomes dos envolvidos com o caso ainda não foram divulgados. De acordo com investigações da PF, a Superintendência da Secretaria do Patrimônio da União do DF teria repassado uma área de 344 hectares na região de Vicente Pires, com valor estimado de R$ 380 milhões, a particulares. Para isso, funcionários da SPU e da Terracap teriam liberado pareceres fraudulentos, que dariam sustentação técnica e jurídica à negociação.

Espólio polêmico

A área onde foram construídos os condomínios de Vicente Pires pertencia à família de Eduardo Dutra Vaz, mas foi desapropriada para a criação de Brasília. Como as terras jamais repassaram oficialmente para o domínio da União, com registro em cartório, foi aberto um processo na 14ª Vara Federal de Justiça de São Paulo. A União e o espólio de Dutra Vaz eram parte na ação. No ano passado, a Justiça de São Paulo liberou o 3º Ofício de Registro de Imóveis, em Taguatinga, a registrar a escritura de Vicente Pires em nome do governo federal. Apesar de a região ter 2.151 hectares, somente 1.807 foram desapropriados de fato. A confusão girava em torno dos 344 hectares restantes.

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