Brasilia : não e mais a capital das oportunidades.
A Brasilia dos todos os Brasileiros ,duas historias duas cidades nascidas dos trabalhadores,Catetinho e Estrutural ,brasília, saudades da capital das oportunidades ,brasília que a tempos atrás ser servidor público era pra quaisquer um ,hoje e ganhar na loteria . Brasilia,que a pouco tempos garantia o direito de morar era digno ,hoje e caso de policia. sangraram nossa capital, 55 anos e não a plastica que de jeito, falida,massacrada,grilada ,ferida, injustiçada { roubada }.... Brasil a fora ate desmoralizada ,mais para nos filhos de brasília, um bom filho nunca deve renegar a própria mãe. parabéns querida brasília e obrigado pelas oportunidades, conte sempre comigo . por paulão da Estrutural
Historia da Cidade Estrutural
ADMINISTRAÇÃO
Em 1989 foi criado o Setor Complementar de Indústria e Abastecimento –SCIA, ao lado da Via Estrutural, época em que se previa a remoção da invasão para outro local. Várias tentativas foram realizadas neste sentido. Em janeiro de 2004 o SCIA foi transformado na Região Administrativa XXV - Lei nº 3.315, tendo a Estrutural como sua sede urbana, contando, também,com a Cidade do Automóvel, onde está localizada a sede da Administração Regional.
Na Cidade Estrutural existem 30 entidades sociais sem fins lucrativos, uma cooperativa de catadores, 21 prefeituras (quadra, setor de chácaras e área especial) e 01 Associação Comunitária Regional. Considerada uma das regiões mais pobres do Distrito Federal, dado ao tipo de moradia predominante na Região Administrativa que são os ‘barracos’ em sua maioria, a cidade tem passado por valorização, pois é a aglomeração urbana mais próxima de Brasília entre todas as cidades do Distrito Federal.
POPULAÇÃO
É a segunda maior favela do Distrito Federal, com cerca de 38 mil habitantes. A renda média das famílias que vivem na Estrutural é de um a três salários mínimos mensais, mas pode-se encontrar núcleos que ganham até seis salários mínimos por mês. A média de membros por família é de 4,2 pessoas.
LIXÃO E A QUESTÃO AMBIENTAL
Todo o material é vendido dentro do próprio lixão, há catadores que se tornaram empresários informais e montaram ‘escritórios’ de compra dos materiais encontrados no lixão. Para evitar a disputa, os catadores criaram associações que proíbem a exploração do lixão àqueles que não estão cadastrados na associação. A associação está filiada ao Centcoop (Central de cooperativa de materiais recicláveis), reunindo 2.057 trabalhadores.
História do Catetinho
A ideia da construção de uma residência provisória para abrigar o presidente em suas visitas a Brasília surgiu de uma reunião de amigos de JK, no Hotel Ambassador/RJ. Oscar Niemeyer fez o croqui do Palácio de Tábuas, seu primeiro projeto para Brasília. Os amigos conseguiram um empréstimo e, em apenas dez dias, construíram a casa. Em torno dela funcionou um núcleo de apoio, com serviços de radiofonia e radiotelegrafia, e um campo de pouso. O nome Catetinho foi sugerido por Dilermando Reis, em alusão ao Palácio do Catete.
Em 10 de novembro de 1956, JK participou da inauguração, assinando também o primeiro despacho no local. À noite, os amigos homenagearam o presidente com uma seresta. O Catetinho abrigou diretores e engenheiros da Novacap e também personalidades que visitavam a cidade em construção, como o presidente de Portugal Craveiro Lopes. A pedido de JK, o Catetinho foi tombado pelo Iphan em 10 de novembro de 1959.
O projeto museográfico do Catetinho procura retomar as referências de época, preservando-se alguns objetos e o mobiliário original. Imagens fotográficas, bem como outros objetos, complementam as ambientações com o objetivo de propiciar ao público um testemunho vivo da grande aventura que foi a construção de Brasília.
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